segunda-feira, 23 de março de 2009

Certo desperto, incerto liberto.

Afinal quem sou eu? Não sei ao CERTO.
Isto pois na realidade DESPERTO
Para mim, acontecimento irreal.
Estou num mundo muito mentiroso.

Sou engano. Algo que correu mal.
Um humano (penso eu) muito INCERTO.
Não sei quem sou mas sei que não LIBERTO
A minha sombra dum trilho espinhoso.

Sombra conheço muitíssimo bem.
A escuridão, de noite, alumia
A alvorada que apagou o bem que havia.
Nasceu madrugada doutro problema.

Vejo-a bem, e a mim, ou seja a ninguém.
Infelizmente tristeza é o lema.
Felicidade não há todo o dia.
P’ra a sombra simplesmente digo: CYA.

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