Nostalgia o pesadelo que me acorda
Da vida que vivo, que não importa
A vivalma de qualquer coração:
Terrivelmente doce melancolia
Agradavelmente má a solidão:
A felicidade parece morta.
Enforco-me com a minha infernal corda:
Afastar amigos com nostalgia.
Nostalgia, a fantasia que adormece
O sentimento de infelicidade,
Mas que desperta as sentidas saudade,
Angústia, mágoa, dor, desilusão.
Alegria, esperança, coração: cresce?
NÃO! A Existência NÃO Presta! INVADE
Tudo o que Remete para FELICIDADE
E apodrece-nos alma e coração.
Este foi para ti!
quinta-feira, 26 de março de 2009
Your clown
I don't wanna be your clown again.
And i don't wanna live this triangle.
No i don't wanna be your clown now,
Cause i long to carry on.
I don't wanna be your
I don't wanna be your
I don't wanna be your
In the beginning you were oh so clear.
It started out as something pure and sincere,
But now i see, the evil within.
So tell me what's the reason.
In the beginning it was so clean.
Nobody else just love was all it could mean.
But now you tell me that there's somebody else,
But you don't want to leave me.
But i don't wanna be your clown again.
And i don't wanna live this triangle.
I don't wanna be your clown now,
Cause i long to carry on.
No i don't wanna be your clown again.
No i don't wanna live this triangle.
I don't wanna live your life girl,
Cause i long to carry on.
Eiffel 65
And i don't wanna live this triangle.
No i don't wanna be your clown now,
Cause i long to carry on.
I don't wanna be your
I don't wanna be your
I don't wanna be your
In the beginning you were oh so clear.
It started out as something pure and sincere,
But now i see, the evil within.
So tell me what's the reason.
In the beginning it was so clean.
Nobody else just love was all it could mean.
But now you tell me that there's somebody else,
But you don't want to leave me.
But i don't wanna be your clown again.
And i don't wanna live this triangle.
I don't wanna be your clown now,
Cause i long to carry on.
No i don't wanna be your clown again.
No i don't wanna live this triangle.
I don't wanna live your life girl,
Cause i long to carry on.
Eiffel 65
Música de Filme
Dentro de mim
Por dentro de mim
É pena quase não poder ficar
És quente quando a luz te traz
Quase te vi amor
Quase nasci sem ti
Quase morri
Dentro de mim
Ficas dentro de mim
Por dentro de mim
Estás dentro de mim
Silêncio.Lua.Casa.Chão
És sitio onde as mãos se dão
Quase larguei a dôr
Quase perdi
Quase morri
Dentro de mim
Estás dentro de mim
Por dentro de mim
Ficas dentro de mim
Sempre só mais um homem
Mais humano
Mais um fraco..
Sempre..
Só mais um braço
Mais um corpo
Mais um grito
Sempre..
Dança em mim!
Mundo, vida e fim!
Dorme aqui
Dentro de mim..
É pena quase não poder ficar
No sítio onde as mãos se dão
Quase fugi amor
Quase não vi
Vamos embora daqui
Para dentro de mim
Toranja
Por dentro de mim
É pena quase não poder ficar
És quente quando a luz te traz
Quase te vi amor
Quase nasci sem ti
Quase morri
Dentro de mim
Ficas dentro de mim
Por dentro de mim
Estás dentro de mim
Silêncio.Lua.Casa.Chão
És sitio onde as mãos se dão
Quase larguei a dôr
Quase perdi
Quase morri
Dentro de mim
Estás dentro de mim
Por dentro de mim
Ficas dentro de mim
Sempre só mais um homem
Mais humano
Mais um fraco..
Sempre..
Só mais um braço
Mais um corpo
Mais um grito
Sempre..
Dança em mim!
Mundo, vida e fim!
Dorme aqui
Dentro de mim..
É pena quase não poder ficar
No sítio onde as mãos se dão
Quase fugi amor
Quase não vi
Vamos embora daqui
Para dentro de mim
Toranja
segunda-feira, 23 de março de 2009
Certo desperto, incerto liberto.
Afinal quem sou eu? Não sei ao CERTO.
Isto pois na realidade DESPERTO
Para mim, acontecimento irreal.
Estou num mundo muito mentiroso.
Sou engano. Algo que correu mal.
Um humano (penso eu) muito INCERTO.
Não sei quem sou mas sei que não LIBERTO
A minha sombra dum trilho espinhoso.
Sombra conheço muitíssimo bem.
A escuridão, de noite, alumia
A alvorada que apagou o bem que havia.
Nasceu madrugada doutro problema.
Vejo-a bem, e a mim, ou seja a ninguém.
Infelizmente tristeza é o lema.
Felicidade não há todo o dia.
P’ra a sombra simplesmente digo: CYA.
Isto pois na realidade DESPERTO
Para mim, acontecimento irreal.
Estou num mundo muito mentiroso.
Sou engano. Algo que correu mal.
Um humano (penso eu) muito INCERTO.
Não sei quem sou mas sei que não LIBERTO
A minha sombra dum trilho espinhoso.
Sombra conheço muitíssimo bem.
A escuridão, de noite, alumia
A alvorada que apagou o bem que havia.
Nasceu madrugada doutro problema.
Vejo-a bem, e a mim, ou seja a ninguém.
Infelizmente tristeza é o lema.
Felicidade não há todo o dia.
P’ra a sombra simplesmente digo: CYA.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Música
Música, infernal minha solução
Contra males amores do coração.
O timbre de vil, mais simples tortura
Que a mim mais faz alegre quando ouço.
Apenas da saudade fica o troço.
Nem vestígio de outra qualquer paixão.
Isto esperamos nós. Porque senão…
A canção parece falar doçura.
Simples palavras de raiva e loucura
Tornam-se a complexidade mais bela,
Motor do carro que nos atropela
A noção de músicas horrorosas.
O som simboliza o cheiro das rosas.
O tubo de escape torna-se a amargura
O espelho passa o passado pela mão
A música faz-nos de coração.
Obrigado André Costa. Este é teu.
Contra males amores do coração.
O timbre de vil, mais simples tortura
Que a mim mais faz alegre quando ouço.
Apenas da saudade fica o troço.
Nem vestígio de outra qualquer paixão.
Isto esperamos nós. Porque senão…
A canção parece falar doçura.
Simples palavras de raiva e loucura
Tornam-se a complexidade mais bela,
Motor do carro que nos atropela
A noção de músicas horrorosas.
O som simboliza o cheiro das rosas.
O tubo de escape torna-se a amargura
O espelho passa o passado pela mão
A música faz-nos de coração.
Obrigado André Costa. Este é teu.
terça-feira, 17 de março de 2009
Tempestade de putridão.
Tão dura indecisão que opõe a saudade.
Tão presa a prisão desta liberdade
Que tomo por minha de corpo e mente,
Mas nem a própria vontade a segura.
É a dor que quem nada sofre sente:
Não saber precisar não-amizade,
Não poder rejeitar com boa maldade.
Mais uma tontura duma loucura.
Perceptível é o mal que me rodeia.
Indistinguível o meu amor, meu tudo.
Indestrutível ele é e, contudo,
Sinto-me … apedrejado por dentro.
Quem tempestades colhe, ventos semeia.
Ventos semeei em vez de coentros.
Fui um grande imbecil, idiota, estúpido
Por colher o sentimento pútrido.
Tão presa a prisão desta liberdade
Que tomo por minha de corpo e mente,
Mas nem a própria vontade a segura.
É a dor que quem nada sofre sente:
Não saber precisar não-amizade,
Não poder rejeitar com boa maldade.
Mais uma tontura duma loucura.
Perceptível é o mal que me rodeia.
Indistinguível o meu amor, meu tudo.
Indestrutível ele é e, contudo,
Sinto-me … apedrejado por dentro.
Quem tempestades colhe, ventos semeia.
Ventos semeei em vez de coentros.
Fui um grande imbecil, idiota, estúpido
Por colher o sentimento pútrido.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Crazy
Miséria, infelicidade, repouso,
Estes os mensageiros do ser louco.
Amor, amizade, traição, paixão,
Nomes que descrevem minha loucura.
Bebé, querida, love, coração,
Estas palavras que me fazem rouco.
P'ra mim não vales muito! (Vales pouco)
Esta, sim, é a frase, minha tortura.
Estas palavras que me fazem rouco.
P'ra mim não vales muito! (Vales pouco)
Esta, sim, é a frase, minha tortura.
quinta-feira, 5 de março de 2009
x@
Odeio-o. Aquele presunçoso e arrogante estupor
Sempre triste e calado, ou por outro lado
Convencido e atiçado (o que acaba por ser bem pior).
Tudo o que sai daquela boca nojenta não passa de uma simples
Loucura, uma mensagem de amargura,
Que murmura de maneiras hereges, falando palavras em dribles.
Maldita aquela figura reflectida no espelho
Luminoso de contraste, aquele grande traste,
Aquele que faz-te furioso num instante, como se fosse um pequeno fedelho.
Aquela grande e horrorosa cara de mágoa,
Perfeitamente completada por olhos mentirosos
Postos e sobrepostos nos erros de qualquer pessoa
Como se já não bastasse, o sacana até a si se odeia.
Não me admira, mas é mentira dizer
Que ele não tenta não sofrer. Ele que libertar-se da sua mente, da sua cadeia,
Mas não consegue. Despenha-se e descarrega nos outros.
Tenho pena daquele excelente amigo, que nunca o deixa sozinho
E que lhe põe um sorriso, apenas por breves momentos.
Apesar de tudo, admiro-o! Por ter sido tão egocêntrico
Perante quem realmente ama e porque na verdade a chama
O amor da sua vida, o qual nunca mais será idêntico.
Por estas razões e todas mais,
Odeio-o, odeio-te, odeio-me ... demais.
Sempre triste e calado, ou por outro lado
Convencido e atiçado (o que acaba por ser bem pior).
Tudo o que sai daquela boca nojenta não passa de uma simples
Loucura, uma mensagem de amargura,
Que murmura de maneiras hereges, falando palavras em dribles.
Maldita aquela figura reflectida no espelho
Luminoso de contraste, aquele grande traste,
Aquele que faz-te furioso num instante, como se fosse um pequeno fedelho.
Aquela grande e horrorosa cara de mágoa,
Perfeitamente completada por olhos mentirosos
Postos e sobrepostos nos erros de qualquer pessoa
Como se já não bastasse, o sacana até a si se odeia.
Não me admira, mas é mentira dizer
Que ele não tenta não sofrer. Ele que libertar-se da sua mente, da sua cadeia,
Mas não consegue. Despenha-se e descarrega nos outros.
Tenho pena daquele excelente amigo, que nunca o deixa sozinho
E que lhe põe um sorriso, apenas por breves momentos.
Apesar de tudo, admiro-o! Por ter sido tão egocêntrico
Perante quem realmente ama e porque na verdade a chama
O amor da sua vida, o qual nunca mais será idêntico.
Por estas razões e todas mais,
Odeio-o, odeio-te, odeio-me ... demais.
Melancolia
A day, some day, a sunny spring day perhaps. Either way, 24 painful hours, 60 murderous minutes within every hour, 60 boiling seconds within every minute. Time itself, a cauldron of fire that cook’s my heart and all I thought was right. I blame you father Time. You never understood the agonizing pain which I go through every day and every night. To you, it’s always raining. Every cloud is grey. The sky thunders. But still, you never seem to try and overcome that. Sometimes, the sky opens up, and you can hardly feel the pain, but soon night will come again and again. I confess that every day my hopes of a cloud free spring decrease. My heart is shattering, and it won’t be long before it breaks… Tic Tac, Tic Tac..
Para os amigos
Para os amigos, desviando dos conhecidos,
Sou apenas um espelho perante uma imagem.
Imagem essa de orgulho, amor e carinho
Ou de ódio puro, de quem seguiu outro caminho;
Afogou e derivou para a outra margem
Onde se encontra todo o amor perdido
De pequenas crias inocentes,
Ingénuas e contentes,
Que, ao tentar voar, caíram da ramagem.
Para estes amigos, de ninhos perdidos,
Apenas posso ser um colchão
Que lhes permite saltar e pensar
Até eu não aguentar e rebentar
Depois de tão impensada reflexão.
Infelizmente estes ficarão partidos.
Se não, partirão antes a minha alma,
Ingorarão toda a calma
E destruirão o meu coração de desilusão.
A estes amigos, desconhecedores de perigos,
Espero que a sua vida não seja desconfortada,
Mas que encontrem seus amados.
Áqueles que ganharam guerras perante renegados,
Dou todo o meu amor e a minha ajuda
Para que consigam enfrentar próximos inimigos.
Amo-te a ti, e tu por mim também és amada,
Mas por um de vós será trespassado uma espada,
Por não sobreviver à felicidade da vossa própria vida...
Sou apenas um espelho perante uma imagem.
Imagem essa de orgulho, amor e carinho
Ou de ódio puro, de quem seguiu outro caminho;
Afogou e derivou para a outra margem
Onde se encontra todo o amor perdido
De pequenas crias inocentes,
Ingénuas e contentes,
Que, ao tentar voar, caíram da ramagem.
Para estes amigos, de ninhos perdidos,
Apenas posso ser um colchão
Que lhes permite saltar e pensar
Até eu não aguentar e rebentar
Depois de tão impensada reflexão.
Infelizmente estes ficarão partidos.
Se não, partirão antes a minha alma,
Ingorarão toda a calma
E destruirão o meu coração de desilusão.
A estes amigos, desconhecedores de perigos,
Espero que a sua vida não seja desconfortada,
Mas que encontrem seus amados.
Áqueles que ganharam guerras perante renegados,
Dou todo o meu amor e a minha ajuda
Para que consigam enfrentar próximos inimigos.
Amo-te a ti, e tu por mim também és amada,
Mas por um de vós será trespassado uma espada,
Por não sobreviver à felicidade da vossa própria vida...
Um soneto à maneira de Mantorras
Gastaram-se os pitons das minhas botas,
Molhou-se a minha camisola branca,
Os calções empaparam-se de lama,
Acabou a tristeza nas minhas notas.
O coração recomeçou a pulsar,
O joelho enrolou-se em neopren,
A espinal medula já nada teme,
A besta da bola volta a jogar.
Passadas duas semanas de relvado
Sintético, brilhante e bem molhado,
Que, em cada treino, mais arrancado é,
Voltará a minha estrela cintilante.
Lutarei pra sempre, sempre cansado.
A alegria voltará de rompante.
Molhou-se a minha camisola branca,
Os calções empaparam-se de lama,
Acabou a tristeza nas minhas notas.
O coração recomeçou a pulsar,
O joelho enrolou-se em neopren,
A espinal medula já nada teme,
A besta da bola volta a jogar.
Passadas duas semanas de relvado
Sintético, brilhante e bem molhado,
Que, em cada treino, mais arrancado é,
Voltará a minha estrela cintilante.
Lutarei pra sempre, sempre cansado.
A alegria voltará de rompante.
Absinto
Almas partidas diante de uma garrafa de absinto
A tentar esquecer a tristeza de suas vidas.
Mal sabem eles a mutilação que sucede
Num quadro prisioneiro de cor cinzenta, pouco garrida.
Num copo se encontra a emenda.
Noutro a solução, mas no seguinte…
No seguinte só se vêem as barras da jaula,
Do aprisionamento mental.
Os olhos tornam-se as janelas, o cérebro a cama,
E a boca a fossa séptica. Nada do que é dito é importante,
Mas aleija e deixa mágoa durante o passar do tempo,
E só a dor se torna, enfim … relevante.
Nunca fiquei na prisão, nunca paguei a fiança,
Nunca fui detido nem cometi o menor delito.
E irei para o Inferno antes de levar a injecção letal!
Dilúvio de Sangue
Fiquei suspenso. Um simples olhar, durante dois simples segundos, ficou atravessado na minha garganta. Com se em estado de asfixia, abri os olhos com dor e arranquei carne do meu peito, até ficar cru o meu coração. Foi impressionante o sentimento. Foi perturbante a verdade. Foi desgostoso o amor. Estou abismado por saber da importância que ela detém. Talvez pela antítese: beleza extrema, inteligência sobrenatural e cordialidade como principal tese; no entanto os seus olhos denunciavam a mentira do seu sorriso. Foi descoberto um novo poço no meu coração. Quando a manivela sai do sítio o sangue não flui. Fica no balde que é a sua tristeza. Se eu tratar dela, o meu coração terá o seu merecido dilúvio.
Honestly not friend
Does life suck or what?
Just when you think you’re close to gain something,
Or even to recover it, life takes it away or, if not,
Takes anything else, just or more important.
People screw up.
Maybe I even do it more often than everybody else.
But, am I guilty of being who I am?
Unfortunately yes, I am.
I am so sorry. Honestly.
I’m guilty of being stupid,
I’m guilty of being furious,
I’m guilty of being who I am,
And nobody deserves to have me,
As a friend.
Just when you think you’re close to gain something,
Or even to recover it, life takes it away or, if not,
Takes anything else, just or more important.
People screw up.
Maybe I even do it more often than everybody else.
But, am I guilty of being who I am?
Unfortunately yes, I am.
I am so sorry. Honestly.
I’m guilty of being stupid,
I’m guilty of being furious,
I’m guilty of being who I am,
And nobody deserves to have me,
As a friend.
Sonhos
Noites encantadas em sedas leves com o meu amor a meu lado. Eis o meu sonho. Por enquanto a minha paixão inexistente acalma os impulsos do meu corpo, e da minha mente. Mas, todas as noites, estes impulsos são estimulados. O desejo carnal aumenta enquanto percorre o meu corpo. Preciso de alguém que me apazigúe a tentação de um amor para a vida, de alguém que me faça ser quem eu sou. Por enquanto, eu espero. Mas vou sonhando com a minha princesa encantada.
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