Laboratório da ciência, do amor,
É a terra: Vive do Sol, seu calor,
Dos seus raios luminosos e brilhantes
Que fazem dela bonita e alumiada.
Oponho-me a isto. Cavaleiro andante,
Não sou. Capacete e armadura: minha dor,
Não dou. Se estou a viver sem ardor…
Não estou. Ainda assim vivo … Sem nada.
Sou como potássio e a dor como água.
Desfaço-me a espumar e a acender chama
Com ânsia de aniquilar quem me trama,
Por não ter mais que um neurónio electrão.
Mato-me por isto! Por pura mágoa.
Mato-me pela religião? Não! … NÃO!!!
Mato-me pela ciência de quem ama.
Água e terra só se traduz em lama.
Porque é que neste planeta existe mais dor que paixão? Porque é que existe mais água que terra? Já sabemos que no fim eles acabam por se misturar… Quase que prefiro ir para o espaço.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
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