Quem sou? Não me conheço… Sou inconstante.
Surpreendentemente não sou quem sente
Se sabe entender a própria pessoa.
Tenho-as: suspeitas. Serei feliz?
Sendo um navio, vou desde a popa à proa
Num simples, pobre e desgostoso instante.
Não é que, de rompante, de repente.
Já não sou, não me sinto Vieira ou Luís.
Salvas-me por seres que tu não és,
Ou melhor, quem tu não parecias ser.
Eras desprezível (isto a meu ver).
Presentemente és o meu querubim.
“Obrigaste-me” a ajoelhar-me a teus pés.
Disseste-me teu anjo e tal pôs-me assim.
Amor angelical: meu parecer.
Por ti amiga. Por não me saber.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
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